sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Mundos - em mim,

     [H]oje retirei-me do mundo mundo, deixei o que me ocupa pra lá! Vim pra cá, onde a brisa é mais fresca,  o barulho se vai vai, bem baixinho. O Clima é ameno, vejo tudo até onde o relevo deixa. Vim pra explorar mais este Mundo, em meio a esses que se infinitam por ai. Tem Mundo de tudo quanto é jeito e tamanho, complexo e sem forma. Explorar é loucura! Na verdade, tudo é meio louco, descompassado, mítico - ás vezes -. Mas vivo para conhecer o meu e os outros, mudar Mundos!

     Não mudar de maneira forçada, árdua, e sim assim: passando auto-conhecimento, cuidado, empatia, altruísmo, compaixão e amor. Palavras essas gastas pelo tempo, distorcidas pelo Homem (Universo misto, poço de bondade e maldade, mas não contradição! É que esta é aparência maior, tende a prevalecer: difícil de ser atenuada. Aquela vem, com jeitinho, suave, tímida, escondida e imensurável; mas vem! Não quer sair).

     Não posso classificar, cada um é um - inominável, não-adjetivável - e existem para serem estados, sentidos e não palpáveis. Vez outra Eles se mesclam, trocam sensações e vivências. Tudo através de trejeitos, lembranças, ações, gestos e expressões.

     Longe de um conceito fixo, escrevo sem regras e preocupações; externo o que é implícito, o que passa batido e é imenso: Mundo. Não desses que a gente anda em cima, todavia desses que nos perdemos em imensidão, profundidade. Incompreensíveis em suas totalidades, passíveis em suas metades, sedentos por descobrimentos.

     O meio saber dos Mundos vem de experiências - transcendentes a meras observações -, também passeando por situações! Nada sei ao certo, nunca saberei! Entretanto conhecerei um pouquinho daqui e dali, de lá e de cá; quem sabe não passo por essa vida levando comigo um tiquin de compreensão Mundana, pois Os Mundos estão em mim, em ti. Estão por toda parte!

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